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Anish Kapoor no Guggenheim Bilbao.

Instalação em aço inoxidável e aço carbono - Bilbao 2010
(foto by_Meg Mamede)


Ontem tirei o dia para fazer o que mais gosto, sair sem destino e vagar pelas ruas, flanando pela cidade. Peguei o trem com destino a Bilbao, quase um déjà vu Mogi-Sampa, dos dias que saia cedo de casa e gastava o tempo entre museus e o comércio local. Ao invés de um pedaço de pizza um pintxo, no lugar da Pinacoteca do Estado e MASP, o Museu de Bellas Artes de Bilbao e o Guggenheim, ao invés dos sebos e livrarias da capital paulista, uma pequena feira de livros no centro histórico de Bilbao. No Bellas Artes pude ver além das obras do acervo, uma obra emprestada do Museu do Prado “O rapto de Deidâmia” do artista flamengo do período barroco Peter Paul Rubens (1577-1640), porém, o que fez com que me sentisse em casa foi rever Anish Kapoor (1954) no Guggenheim, me lembrei da exposição “Ascensión” do artista indiano no CCBB de S.Paulo em 2007, uma das poucas exposições de artistas contemporâneos com esculturas e instalações que confesso ter apreciado, talvez pelas formas, efeitos espelhados e sobretudo pelas cores utilizadas, especialmente o vermelho que tanto gosto. Conhecido por suas obras tridimensionais, que invadem o espaço físico e psicológico do observador, Anish Kapoor tem peças em coleções de arte contemporânea dos principais museus do mundo e também obras instaladas a céu aberto nos Estados Unidos, Inglaterra, França, Itália e Nova Zelândia, trabalhando com esculturas de pigmentos, aço, bronze, intervenções no chão, na parede e em áreas abertas e fechadas, obras com grandes dimensões inclusive, como Cloud Gate. Apesar do calor infernal que fez ontem por aqui, passei um dia estupendo, como diriam os espanhóis, cheguei à casa exausta e feliz. A seguir um vídeo para recordar o artista em sua passagem por São Paulo.


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