quarta-feira, 19 de agosto de 2009

No palco da vida.

"Vejam só Que história boba eu tenho pra contar
Quem é que vai querer acreditar
Eu sou palhaço sem querer
Vejam só Que coisa incrível o meu coração
Todo pintado nessa solidão
Espera a hora de sonhar
Ah, o mundo sempre foi Um circo sem igual
Onde todos representam bem ou mal
Onde a farsa de um palhaço é natural" (...)

(Trecho de "Sonhos de um palhaço" música de Antônio Marcos e Sergio Sá)




Marco Cardoso como Careta em Apresentação da Banda Horu’s Trio Combinações


Ele já foi Creonte, Jesus Cristo, bêbado, caipira, marujo, figurante, animador, Chalaça – o amigo do imperador - e muitos outros. Já fez comédia, tragédia grega, curtas, longas, projetos educativos, dublagens, clow e muita “palhaçada”. Usou chapéus e “levou alguns também”. Fez rir e chorar. Emocionou crianças, adultos e velhinhos. O incrível é que ele sempre foi meio desligado, desde criança. Eu me pergunto: Como consegue lembrar as falas e decorar os textos? Sei lá!! O improviso também é uma arte. Quem é o figura? Tô falando do meu irmão ator. Isso mesmo, tenho um irmão ator, ator(mentado), risos. Marco Cardoso, Moica para uns, para mim eternamente Marquinho. Num mundo, onde a máxima “pão e circo” está presente desde a antiguidade e sobretudo no cenário político, ganhar o pão com a arte de representar é que é uma arte. Marquinho “te amo” e não estou representando!

Senhoras e Senhores! E... com vocês Marco Cardoso!

** Fotos do arquivo pessoal de Sabrina Carvalho.

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