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Então... É Natal!

Verdade que sou meio avessa às festas de fim de ano, são festividades baseadas no consumo e desperdício. Como disse o historiador Leandro Karnal em sua coluna para o Jornal Estadão dias atrás, o Natal é uma festa infantil, hoje, algo para alegrar crianças e o comércio apesar da dita crise. Eu vou mais longe, diria que se trata da festa da redenção dos adultos, onde imbuídos de uma pseudo felicidade incautos e ébrios se abraçam declarando um amor de festas do qual mal se lembram nos outros dias do ano. Embriagados de uma alegria plástica que cheira a álcool e fumaça de churrasco se empanturram de comida como se o mundo fosse acabar na mesma noite em que a personagem principal da festa é lembrada só no presépio.
Se gosto de Natal e festas de fim de ano? Acho que está claro que para mim tanto faz, porque se temos que nos alegrar isso tem que ser ao longo dos 365 dias do ano, junto daqueles que realmente importam, daqueles que nos fazem pessoas melhores, que nos respeitam e nos aceitam com…

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